Mensagens

Drácula de Bram Stoker; Francis Ford Coppola (1992)

O amor é mais forte que a morte. [Mina] Há muito a aprender com os animais. [Drácula] Jonathan diz que o defeito dos ricos é dizerem tudo o que pensam. [Mina] O homem mais feliz na Terra é aquele que encontra o amor verdadeiro. [Drácula] Os mortos viajam depressa. [desconhecida]

Casanova; Lasse Hallström (2005)

Sê a chama, e não a traça. [Casanova] A infelicidade é pouco atraente. [Casanova] Nós somos a Igreja Católica. Podemos fazer tudo. [Pucci] Saberá ele quem somos? Deveria sentir-se honrado de ser credor de gente como nós. [Lupo] Amor... amor é quando mesmo dias de chuva e de vento são bom tempo. [Andrea] A tua ideia de amor parece-se muito com amor-próprio. E amor-próprio é insegurança. [Francesca]

Mamma Roma; Pier Paolo Pasolini (1962)

O que fizeres de tua culpa é como uma estrada. Outros também andam nela, outros que não têm culpa. [Mamma Roma] Chora, chora, que passa. [Carmina] São puras lendas! Nós, padres, não valemos nada. [padre] A alegria faz falar. [conhecido de Mamma Roma] Que felicidade, os filhos! [Mamma Roma]

Face a Face; Ingmar Bergman (1976)

Por um breve instante, compreendi. O amor engloba tudo, até mesmo a morte. [Jenny] É um mundo cruel: há uma concorrência desleal e uma deslealdade total. [Tomas] Assustam-nos menos os horrores que conhecemos. Os que desconhecemos assustam-nos mais. [narrador] Se quisermos uma certa realidade, essa realidade torna-se possível. [Jenny] Há certas alturas na vida em que não conseguimos continuar. [Jenny]

Frágil como o mundo; Rita Azevedo Gomes (2001)

Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo. [Sophia de Mello Breyner Andresen] Quando o meu corpo apodrecer e eu for morta Continuará o jardim, o céu e o mar, E como hoje igualmente hão-de bailar As quatro estações à minha porta. Outros em Abril passarão no pomar Em que eu tantas vezes passei, Haverá longos poentes sobre o mar, Outros amarão as coisas que eu amei. Será o mesmo brilho a mesma festa, Será o mesmo jardim à minha porta, E os cabelos doirados da floresta, Como se eu não estivesse morta. [Sophia de Mello Breyner Andresen] O verdadeiro bem-querer não pode estar muito sem receios. [narrador] Um não sei quê nasce não sei onde. Vem não sei como e dói não sei porquê. [Vera] Não se ama se não se receia. [mãe de Vera] As raparigas de hoje não pensam em casar. Os jovens não têm educação. O casamento faz parte da educação. É um serviço cívico, como a tropa. Aprende-se o casamento como se aprende a comer fruta, uma descasca-se e a outra não; os ...

V de Vingança; James McTeigue (2005)

As pessoas não deviam recear os governos, os governos é que deviam recear as pessoas. [V] – Quem és? – Quem? Quem não é senão seguido de «para quê». E o que sou é o homem numa máscara. – Isso consigo eu ver. – Claro que sim. Não questiono os teus poderes de observação. Apenas sublinho o paradoxo de perguntar a um homem mascarado quem é. [Evey/V] Este rosto, não mera aparência de vaidade, é o vestígio da vox populi , agora sem vestígios e desaparecida, como a única força vital da verosimilitude que agora venera o que uma vez difamaram. Contudo, esta valorosa visita de uma antiga vexação mantém-se vivificada, e faz votos de vencer aqueles venais e virulentos vermes que vanguardam vícios e garantem a violentamente viciosa e voraz violação da volição. O único veredicto é a vingança; uma vendetta que luta votivamente, e não em vão, pelo valor e verdade, e como tal irei um dia vingar os vigilantes e os virtuosos. Verdadeiramente, esta vicissitude da verbosidade vira mais verbosa ...

YOL – licença precária / O caminho; Serif Gören e Yilmaz Güney (1982)

Faz-te aconselhar, pois o que sabes não basta. [Seyit Ali] A tristeza tem muitas caras, como as flores, os pássaros e os ventos. [Yilmaz Güney]