As pessoas não deviam recear os governos, os governos é que deviam recear as pessoas. [V] – Quem és? – Quem? Quem não é senão seguido de «para quê». E o que sou é o homem numa máscara. – Isso consigo eu ver. – Claro que sim. Não questiono os teus poderes de observação. Apenas sublinho o paradoxo de perguntar a um homem mascarado quem é. [Evey/V] Este rosto, não mera aparência de vaidade, é o vestígio da vox populi , agora sem vestígios e desaparecida, como a única força vital da verosimilitude que agora venera o que uma vez difamaram. Contudo, esta valorosa visita de uma antiga vexação mantém-se vivificada, e faz votos de vencer aqueles venais e virulentos vermes que vanguardam vícios e garantem a violentamente viciosa e voraz violação da volição. O único veredicto é a vingança; uma vendetta que luta votivamente, e não em vão, pelo valor e verdade, e como tal irei um dia vingar os vigilantes e os virtuosos. Verdadeiramente, esta vicissitude da verbosidade vira mais verbosa ...